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Programa Caxias da Paz recebe comitiva do Rio Grande do Norte

A Coordenadoria Estadual da Infância e Juventude do Rio Grande do Norte (RN) conheceu, na última sexta-feira (10), o Programa Municipal de Pacificação Restaurativa – Caxias da Paz. A comitiva formada pelo Coordenador Estadual da Justiça da Infância e da Juventude do RN, Juiz Dr. José Dantas de Paiva e o Gerente do Projeto de Pacificação Restaurativa do RN, João Francisco de Souza, foi recepcionada no Fórum de Caxias do Sul, pelo Coordenador Estadual do Projeto de Justiça Restaurativa do Rio Grande do Sul, no âmbito do Primeiro Grau, Juiz Dr. Leoberto Brancher e pelo presidente da Fundação Caxias, Paulo Poletto.

Na oportunidade, Poletto entregou à comitiva materiais informativos sobre o Programa Caxias da Paz. Após a apresentação do Projeto, a comitiva visitou as instalações do Núcleo de Justiça Restaurativa de Caxias do Sul e das Centrais da Paz, Judicial e Infância e Juventude. Os visitantes conheceram o processo de trabalho técnico e prático que está sendo desenvolvido no município gaúcho.

Para o Juiz Dr. José Dantas de Paiva, o trabalho desenvolvido em Caxias do Sul vai servir de referência para a instalação do projeto piloto de pacificação restaurativa no Rio Grande do Norte.

“Inicialmente queremos aplicar as práticas restaurativas no atendimento socioeducativo. Queremos oferecer oportunidades de soluções de conflitos, sem necessariamente, que haja um processo judicial. O Rio Grande do Norte não tem experiência em Justiça Restaurativa. Vamos realizar de forma consistente no Estado. Como Caxias do Sul sempre foi referência para juízes, da Infância e Juventude, viemos conhecer as boas práticas. Ficamos satisfeitos com os aspectos doutrinários e teóricos de Caxias. Isso foi suficiente para que tenhamos uma ideia de como podemos levar estas experiências para aplicar em nossa realidade. Acreditamos que Caxias do Sul seja parâmetro para que norteie o nosso trabalho.” - destaca o Juiz.

A expectativa é que sejam instalados oito núcleos regionais de pacificação restaurativa até 2020, no Rio Grande do Norte.

 

Créditos: Douglas Barreto